terça-feira, 15 de setembro de 2009

BRAÇOS

Gosto de árvores. De reparar nelas. Umas são pequenas e fortes. Outras frágeis. Outras imponentes e solitárias. Outras, ainda, são comunitárias. Quando viajo gosto de reparar nas árvores do caminho. Tenho vontade de parar e ficar com algumas por momentos. Simplesmente parar e ficar ali. Só olhando, sentindo. Sabedoria de velhos troncos, de braços que se erguem para os céus desde sempre.