sexta-feira, 9 de julho de 2010

S O N H O

Tive um sonho... meu rosto caía aos pedaços... e a cada pedaço que ia ao chão, ou ao nada... havia só o escuro... o escuro... será que não sou ninguém? ou pior... sou um nada... o nada perdido na escuridão?... ou estou tão escondida, tão contida, que o breu é meu melhor amigo... mais do que o sonho, a sensação incômoda de eu estar longe de mim foi o que mais me deixou estranha... como se eu não soubesse mais de mim... e esta sensação ainda está aqui... como se a pessoa, a mulher que eu sou, estivesse fora de mim... onde eu não sei... e eu vi, eu soube... que sou ínfima... que, absolutamente, não estou  no controle.
Isto é definitivo.